Controle do PicPay estará 100% concentrado nas mãos da J&F Investimentos, que continuará com a gestão integral do negócio por meio de ações de classe B, com direito a dez votos a cada unidade.

No púlpito, Joesley, Wesley e José Antônio Batista, da J&F; Anderson Chamon, fundador do PicPay, e Eduardo Chedid, o CEO da companhia, celebraram e tocaram a campainha iniciando as negociações do papel sob o ticker PICS e um valuation de US$ 2,6 bilhões.
Com uma demanda quase 13 vezes superior ao book, o PicPay exerceu o hot issue e, no total, levantou US$ 490 milhões, 20% das ações classe A da companhia que largaram com valor de tela de US$ 19 cada. O IPO foi ancorado pela Bicycle, de Marcelo Claure, que se comprometeu a investir US$ 75 milhões e, com ele, vieram fundos como BlackRock, GIC, Fidelity, Columbia, entre outros gigantes para o cap table do PicPay. Sob essa ótica, o PicPay, fundado em 2012, se apresenta no documento aos investidores como um player com posição relevante ja conquistada e com potencial de crescimento em um dos mercados que mais crescem na economia brasileira. E que fica atrás apenas de Nubank e Mercado Pago, a fintech do Mercado Livre, do ponto de vista de atração de recursos financeiros que migram ano após ano de bancos incumbentes, com uma estratégia de engajamento por meio de múltiplos serviços oferecidos em sua plataforma com experiência digital.
Contava com 42 milhões de usuários ativos mensais dentro de uma base com 65,6 milhões de contas abertas, segundo dados até setembro de 2025.












