Obra já é considerada a mais importante e valiosa pelos donos da Marquise Infraestrutura, empresa do Grupo Marquise. Empresa também está executando 85% das obras de implantação da Ferrovia Transnordestina.

Marquise Infraestrutura foi escolhida para executar as obras do Pier Zero, estrutura que integrará o novo Terminal de Regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Eneva no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP). A empresa venceu a concorrência pelo critério de técnica e preço e assumirá uma das principais obras de infraestrutura energética em andamento no Nordeste.
O novo píer abrigará os berços de atracação e operação da futura usina flutuante de regaseificação que a Eneva, em parceria com a Diamante Energia, implantará naquele terminal portuário cearense. A unidade flutuante de regaseificação terá capacidade de até 14 milhões de m³ por dia, viabilizará o desenvolvimento do Hub Ceará e abastecerá as usinas termelétricas (UTES) Jandaia II e Jandaia III, ambas da Eneva. Juntas, essas UTES terão capacidade instalada para produzir 1.199,4 MW, que foram contratados no leilão de capacidade de reserva realizado no último mês de março, com fornecimento previsto por 15 anos a partir de agosto de 2029, quando todo o conjunto estará em operação, após consumir R$ 6 bilhões em investimento, dos quais R$ 430 milhões na construção do “píer zero”.
A Marquise Infraestrutura acumula participação em projetos relevantes dentro do Complexo do Pecém. Entre as obras executadas pela companhia estão a segunda ponte de acesso ao porto e as fases 1 e 2 do Terminal de Múltiplas Utilidades (TMUT). Além dessas entregas, a empresa também atua atualmente em trechos estratégicos da Ferrovia Transnordestina. Assim, a nova conquista amplia a presença da companhia em projetos considerados estratégicos para o desenvolvimento regional.












