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Hackers invadem celular de jornalista ligado ao PT e vazam conversas sobre trama contra Moro

Em um dos prints, Glenn Greenwald comenta sobre a compra do mandato de Jean Wyllys (PSOL). Outra parte da conversa revela um plano para derrubar Sérgio Moro do cargo. Americano, limitou-se a tentar desqualificar as mensagens, tratando-as como “documentos forjados” e “primitivos, ignorantes e burros”.

Um grupo de novos hackers, intitulado “OPavãoVoltou, invadiu o celular e aplicativo Telegram do jornalista Glenn Greenwald e obteve mais de 200 prints de conversas, chips e CPFs ligados ao jornalista cabo de guerra do ex-presidente Lula. O novo grupo de hackers revelou conversas do jornalista Gleen, entre os deputados David Miranda (PSOL), seu esposo, deputado Federal Marcelo Freixo (PSOL), outro jornalista Leandro Demori, do site The Intercept, e Jean Wyllys (PSOL).

Em um dos prints, o quarteto comenta sobre a compra do mandato de Jean Wyllys e citam o deputado federal Paulo Pimenta (PT). Outra parte da conversa revela um plano para derrubar Sérgio Moro do cargo de ministro da Justiça; “– Por que Glenn (jornalista) abriu fogo hoje, sem termos os áudios prontos? Não foi isso que combinamos. A equipe ficou desnorteada aqui. Sem os áudios serão só especulações, tem que ter materialidade senão não arrancamos ele de lá”, perguntou irritado, Freixo.

O tal Pavão transformou-se na sensação da internet neste sábado (6). “Vamos fazer uma troca Glenn? Publico os chips e os cpfs de todos aqui e você diz que é mentira. Dai veremos o que as operadoras dizem. Combinado?”, desafiou um dos hackers.

O americano, no entanto, limitou-se a tentar desqualificar as mensagens, tratando-as como “documentos forjados” e “primitivos, ignorantes e burros”.