Tratativa ocorreu nesta semana, durante visita do presidente sul-coreano ao Brasil, ao lado de executivos sul-coreanos, incluindo Jang In-hwa, presidente do Grupo Posco.

Após ter dado calote de R$ 1,1 bilhão em credores cearenses, fugindo pela porta dos fundos durante a madrugada de Navio rumo a Coréia, a empresa POSCO Engenharia e Construção do Brasil, braço do grupo sul-coreano no País, agora quer retornar ao Brasil para firmar parceria com a australiana METEORIC para entrar em um novo segmento: a exploração de terras raras.
A tratativa ocorreu nesta semana, durante a visita do presidente sul-coreano ao Brasil. Uma série de executivos sul-coreanos integrou a comitiva, incluindo @jang. inhwa, presidente do Grupo Posco. Como o Brasil tem a segunda maior reserva dos elementos, ha uma série de estudos em andamento, inclusive no Ceara. A investida da sul-coreana na exploração de minerais em um novo segmento pegou os credores de surpresa. Em 2017, foi denunciada pelo MPF por evasão de divisas e associação criminosa.
Oito ex-integrantes da empresa foram denunciados e estão foragidos, atualmente procurados pela Polícia Federal, Justiça Federal do Ceará, Interpol e Justiça da Coreia do Sul. O memorando, anunciado nesta quarta-feira (29), prevê que a Posco possa adquirir até 30% da produção de terras raras do Projeto Caldeira, em Minas Gerais, segundo reportado pela agência Reuters.












