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Censurada em meio ao regime de Maduro, Venezuela acena a uma Guerra Civil

Sem comida, remédio e sob censura plena, Venezuela sofre com regime repressivo de Nicolás Maduro. Bolsonaro apoio à oposição e PT sinaliza apoio incondicional ao regime venezuelano.

Guaidó convocou a população às ruas e declarou ter apoio de militares para pôr fim ao que ele chama de “usurpação” na Venezuela. “Povo da Venezuela, começou o fim da usurpação. Neste momento, me encontro com as principais unidades militares da nossa Força Armada, dando início à fase final da Operação Liberdade”, disse.

O embaixador da Venezuela na Organização das Nações Unidas (ONU), Samuel Moncada, disse que “o governo do ditador Nicolás Maduro derrotou todas as tentativas de criar uma guerra civil” em seu país, referindo-se à movimentação liderada pelo oposicionista Juan Guaidó para tentar derrubar o regime chavista.

Pela manhã, Guaidó convocou a população às ruas e declarou ter apoio de militares para pôr fim ao que ele chama de “usurpação” na Venezuela. Em seguida, Maduro disse ter a lealdade de militares e convocou uma mobilização social. Em Caracas, manifestantes entraram em confronto com as forças de segurança.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) autorizou a abertura de crédito extraordinário de R$ 223,8 milhões em favor do Ministério da Defesa para a chamada Operação Acolhida, em apoio aos milhares de venezuelanos que buscam abrigo no Brasil.

A operação envolve 12 ministérios, além de governos estaduais, prefeituras, sociedade civil e organismos internacionais. Inclui abrigo a 6 mil venezuelanos em Roraima, com o fornecimento de três refeições por dia. Interiorização de outros 5 mil venezuelanos, com assistência no registro civil, emissão de CPF, vacinação, regularização migratória, auxílio jurídico etc.